Conheci um rapaz que era jogador de futebol no Juventude em Caxias do Sul, nos anos 80, o nome dele era Cabral, nos encontrava nas festas e ele tentava um diálogo com o meu grupo de amigos. Ele se comunicava através da língua de sinais, alguma coisa nós entendíamos e tentávamos nos comunicar tentando com sinais nos fazermos entender o que queríamos dizer a ele.Ele mostrava ser um rapaz muito alegre, companheiro, levava uma vida normal, de um jovem de 18,19anos.
No ano de 2006, trabalhando com o primeiro ano, na Escola Municipal Duque de Caxias, na homenagem ao dia das mães, realizamos um chá na sala de aula, onde as crianças iriam cantar para suas mães. Iniciamos com a apresentação das mães, e na hora de uma mãe falar, mas quem falou foi a sua filha, que apresentou a mãe, e foi nesse momento que notei que essa mãe era surda. Na entrega do Parecer à mãe veio com uma pessoa que traduzia o que ela queria me dizer. Com essa situação, fiquei frustrada como educadora que não sabia falar com a língua de sinal com a mãe desta aluna. É necessário o educador se apropriar da língua de sinais como mais um idioma para se comunicar com quem for preciso.
domingo, 22 de novembro de 2009
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Um comentário:
Oi Marly, pensando sobre a eduação de surdos, o que vislumbras como desafio? Abraçosss
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