terça-feira, 21 de abril de 2009

HISTÓRIA, DEFICIÊNCIA E EDUCAÇÃO ESPECIAL

"Na era pré-cristã, havia uma ausência total de atendimento aos deficientes. Eles foram abandonados, perseguidos e eliminados devidos as suas condições atípicas, e a sociedade legitimava essas ações como sendo normais. Na era cristã, segundo Pessotti (1984), o tratamento variava segundo as concepções de caridade ou castigo predominantes na comunidade em que o deficiente estava inserido".
Desde os primórdios tempos as pessoas deficientes sempre foram excluídas, e mesmo estando no século XXI, ainda ouvimos e vivênciamos muitos relatos de exclusão. Nós educadores temos por dever de estarmos em alerta para que esses casos não continuem existindo, na escola que trabalho pela manhã, na minha turma de primeiro ano, tem uma criança que está com sérios problemas de convivência, agressividade, com seus colegas, ouço diariamente queixa dos pais , que muitas vezes sugerem que esta criança seja trocada de turma. E aí me pergunto essa criança não é deficiente, ela precisa de um auxílio como a a orientação ou uma psicóloga, mas ninguém dos pais me sugeriu um tipo de ajuda para solucionar esse problema. A primeira fala foi tirá-lo da turma, será que resolveremos o problema deste menino de apenas seis anos, tirando da turma? Acredito que não , pois ele precisa continuar na turma, já tem vinculo, algumas amizades, precisamos ajudá-lo , ver o por quê dessa agressividade.

Um comentário:

Geny disse...

Querida aluna Marly muito bom o trabalho referente do “Negro em Destaque” deportando-se a conscientização da comunidade no “resgatar a contribuição dos negros na cultura e na sociedade brasileira”, segundo as colocações de Garcia. As colocações sobre a Inclusão são pertinentes. As orientações da Interdisciplina.
Desejo sucesso empreendedor na sua vida particular, profissional e acadêmica.
Um grande abraço,
Profª Geny Schwartz da Silva
Tutora seminário Integrador VI
PEAD/FACED/UFRGS